Meio música, meio auto-retrato.

"No dia a dia eu me sinto tão sozinho
tão sem caminho eu não sei pra onde vou
no RG eu pareço tão sinistro
por isso insisto em dizer que esse eu não sou
minha beleza é poder me transformar
minha loucura é assumir o que eu já sei
não me importa o que eles vão pensar
se nesse instante eu me sinto um tanto...bem
se vem de fora eu desvio o meu olhar
ninguém me diz o que eu devo ou não ser
se vem de dentro é o que eu quero mostrar
soltando a voz que meu corpo vem dizer

já que eu me despi
deixa eu me montar
não vou desistir
sem me transformar
o que eu posso ser é que ficou
quem eu devo ser é o que eu não sou

o que eu quero é um pouco mais de brilho
cílio postiço caprichar no meu batom
vestir cetim sobre o meu terno de linho
um camarim só com rosas e bombons

a minha casa é o acaso do destino
sei ser feliz com aquilo que vier
seja mulher, homem, moça, bom menino,
o meu amor dou aquele que me quer
não há bandeira que eu queira levantar
meu hino ainda está por se fazer
quero rodar enlouquecer fechar o bar
e só voltar quando o dia amanhecer..."

As únicas referências que tenho da música são o título - Camarim - e que faz parte do disco Geração SP

Vale a pena conhecer.

Beijos para cada um!

4 Entra aí!:

Dri Viaro disse...

muito legal

beijos

Vanderson disse...

Muito massaa!!
e me deu vontade de conferir sim!
abraçooo!

Luna Sanchez disse...

Deu medo, isso sim, é uma invasão de privacidade!

:p

Beijos, Dona Moça Querida e Sumida.

Rafael Belo disse...

Muito boa! Assino embaixo do que a queridíssima Luna disse!