Pegando o gancho.

Estava pesquisando (desde essa manhã) fundamentações para um caso super embolado que caiu em minhas mãos e que ainda nem sei se vou pegar quando a cabeça começou a ferver e resolvi dar uma olhadinha por aqui. Vi que Vanessa da Mata tinha atualizado seu blog e me deparei com um texto super bacana baseado nas reflexões que fazemos (pelo menos eu costumo fazer) ao desabrochar de mais uma primavera. Acabei por me identificar com quase tudo (e por que não tudo?) que ali está. Recomendo a leitura, aos interessados e espero que gostem.

Mas, vamos ao gancho mencionado. Estou me referindo ao que Fêmea citou no seu comentário:
"Não há ninguém capaz de ser isso que você quer". E não há mesmo! As pessoas são o que elas são e não há uma forma de mudar isso. Aliás, as decepções ocorrem porque temos essa infeliz mania de idealizar situações e pessoas ao invés de tentarmos lidar com elas da maneira que realmente são.

Uma amiga minha passou dez anos namorando um cara que vivia em farras e dava todos os sinais de que levaria uma vida de solteiro quando casasse. Mas ela simplesmente fechou os olhos para isso e teve o mesmo pensamento que tantas outras mulheres têm: "ah, quando a gente casar vai ser diferente!". Diferente o quê, cara pálida?! Casaram-se, ele continuava com sua vidinha de solteiro e o casamento durou apenas um ano.

Não é tão mais fácil enxergarmos as coisas como elas são do que fantasiar? Mas não pensem vocês que eu estou fora dessas decepções, embora esteja tentando evitar as expectativas que fatalmente me farão quebrar a cara. Vez ou outra eu me descuido e quando vejo já estou com a cara no chão novamente. Por outro lado, não podemos perder a esperança de que as pessoas e as situações possam se tornar melhores. Afinal, não podemos desacreditar de tudo assim...

Vamos procurar a linha tênue que diferencia a expectativa da esperança e sejamos mais felizes com as nossas escolhas.

2 Entra aí!:

Lou disse...

Ai, ai. Acho que a minha linha nào existe,porque eu não tenho mais nenhum dos dois: nem esperança, nem expectativa.
Nooooooooossa, que drama.
Beijo, Monks.

Mauri Stern Boffil disse...

Ai, é só ter fé...
Aaaaaaaaaaaaaaa
te adoro