Ontem, no intervalo do meu estudo sobre os tipos de mediunidade, vi minha mãe assistindo a um programa sobre pessoas que encontraram uma forma de driblar essa crise econômica que tanto tem nos tirado o pouco que temos. Na reportagem apareceram várias alternativas curiosas:
Ex dona de pet shop virou motorista particular dos vizinhos do condomínio; uma senhora fez da sua casa pensão masculina e oferece casa, comida e roupa lavada, mediante pagamento, claro; um rapaz da área de informática resolveu ser personal paquera e dá um curso de técninas de paquera de R$ 700,00 por mês, com aulas teóricas e práticas; uma moça que aluga sua amizade por R$ 40,00 a hora para aquelas pessoas que não têm amigos, mas não trabalha com homens, pois eles "confundem" as coisas.
Algumas dessas pessoas tinham um meio de vida e, de repente, viram-se sem ter como sobreviver e encontraram meio alternativos de trabalho. Isso me fez lembrar uma historinha:
Havia uma família humilde que morava no campo em uma casa de tapia e só tinham uma vaquinha que fornecia leite. Então, o leite era usado para consumo da família e o restante, comercializado. Um belo dia, a vaquinha, sustento da família, morre. Ao invés de se abaterem, as pessoas começaram a explorar a terra e fizeram plantações váriadas. Dessa nova atividade, a família foi melhorando as condições de moradia e tendo uma vida mais farta.
Diz o ditado: quando Deus fecha uma porta, abre uma janela. O conformismo impede nosso crescimento. Cabe a nós cultivar nossos talentos, trabalhar, crescer. As dificuldades vêm para nos tirar da estagnação, para nos fazer perceber que podemos, que temos força e coragem.
Fiquei refletindo após a reportagem e vi o medo em mim. E se eu ficar sem a "vaquinha" que quebra meu galho? Tenho me acomodado demais e, apesar de me incomodar com isso, não estou conseguindo agir, dar o primeiro passo. A consciência disso já é alguma coisa, mas não o bastante...
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*Gente, alguns de vocês confundiram tudo!! Não era o "chocolate de 1,80m" que tomava banho lá fora, mas o coleguinha que voltou para a academia segunda. Eu não ia fazer campanha para o "chocolate" tomar banho lá fora, né? De concorrência, basta a namorada! rs
**Lou, minha filha, larga de ser doida, mulher!!! Como assim você dispensou o teatcher? Mas, com essa sua informação, até me animei. Vai que ele resolve dar um pé na moça e me botar na fita, né?
Boa quarta pra nós!
Ex dona de pet shop virou motorista particular dos vizinhos do condomínio; uma senhora fez da sua casa pensão masculina e oferece casa, comida e roupa lavada, mediante pagamento, claro; um rapaz da área de informática resolveu ser personal paquera e dá um curso de técninas de paquera de R$ 700,00 por mês, com aulas teóricas e práticas; uma moça que aluga sua amizade por R$ 40,00 a hora para aquelas pessoas que não têm amigos, mas não trabalha com homens, pois eles "confundem" as coisas.
Algumas dessas pessoas tinham um meio de vida e, de repente, viram-se sem ter como sobreviver e encontraram meio alternativos de trabalho. Isso me fez lembrar uma historinha:
Havia uma família humilde que morava no campo em uma casa de tapia e só tinham uma vaquinha que fornecia leite. Então, o leite era usado para consumo da família e o restante, comercializado. Um belo dia, a vaquinha, sustento da família, morre. Ao invés de se abaterem, as pessoas começaram a explorar a terra e fizeram plantações váriadas. Dessa nova atividade, a família foi melhorando as condições de moradia e tendo uma vida mais farta.
Diz o ditado: quando Deus fecha uma porta, abre uma janela. O conformismo impede nosso crescimento. Cabe a nós cultivar nossos talentos, trabalhar, crescer. As dificuldades vêm para nos tirar da estagnação, para nos fazer perceber que podemos, que temos força e coragem.
Fiquei refletindo após a reportagem e vi o medo em mim. E se eu ficar sem a "vaquinha" que quebra meu galho? Tenho me acomodado demais e, apesar de me incomodar com isso, não estou conseguindo agir, dar o primeiro passo. A consciência disso já é alguma coisa, mas não o bastante...
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*Gente, alguns de vocês confundiram tudo!! Não era o "chocolate de 1,80m" que tomava banho lá fora, mas o coleguinha que voltou para a academia segunda. Eu não ia fazer campanha para o "chocolate" tomar banho lá fora, né? De concorrência, basta a namorada! rs
**Lou, minha filha, larga de ser doida, mulher!!! Como assim você dispensou o teatcher? Mas, com essa sua informação, até me animei. Vai que ele resolve dar um pé na moça e me botar na fita, né?
Boa quarta pra nós!
